Frango ao mel.

  • 1  quilo de filés de frango cortados em bife e temperados com um pouco de cachaça, sal, pimenta do reino, vinagre e alho.
  • 3 cebolas grandes, cortadas em rodelas.
  • 3 colheres (sopa) de shoyu
  • 3 colheres (sopa) de mostarda.
  • 6 colheres (sopa) de mel.
  • 1 colher (sopa) de maisena, diluída em água.
  • Óleo e manteiga em partes iguais, para o preparo da receita.

Modo de fazer:

Passe os bifes na mistura de óleo e manteiga, até que fiquem dourados. Reserve-os, à parte.

Na crosta que se formou na frigideira, coloque água aos poucos, shoyu, mel, mostarda e pimenta do reino. Deixe ferver, sem raspar o fundo da frigideira, para não levantar resíduos da crosta. Se isso acontecer, coe o molho.  Adicione a maisena diluída, prove e verifique se precisa de mais algum tempero. Reserve.

Numa outra frigideira, passe as rodelas de cebola em manteiga e óleo (ou azeite).

Montagem do prato:

Num recipiente bonito, coloque os bifes de um lado e as cebolas do outro lado. Cubra os bifes – levemente – com parte do molho. O restante deve ser levado à mesa numa molheira.

Sirva tudo muito quente!

Bom apetite!

 

 

 

 

Salada refrescante

Salada refrescante

  • 1 repolho pequeno, picado bem fino.
  • 1 abacaxi picado em cubinhos e escorrido.
  • 3 maçãs picadas em cubinhos.
  • 3 ou 4 colheres (sopa) de passas sem sementes.
  • 1 colher (chá) de açúcar.
  • 4 colheres (sopa) de maionese.
  • 1 ou 2 colheres (sopa) de mostarda.
  • Pimenta do reino a gosto.
  • Sal, só se você achar necessário.

Misture tudo e sirva bem gelada.

Pudim sem furinhos.

     

Pudim sem furinhos

Ingredientes:

  • 2 latas (ou caixinhas) de leite condensado (790 g).
  • 5 ovos.
  • 1 xícara e meia de leite (360 ml).
  • 2 colheres (chá) de essência de baunilha.

Para a calda:

  • 1 xícara e 1/4 de açúcar cristal (225 g).
  • Meia xícara de água (120 ml).
  • 2 colheres (sopa) de vinagre branco.

Modo de fazer:

Coloque o açúcar diretamente na forma e adicione a água e o vinagre. Mexa apenas fora do fogo, senão a calda açucara. Ligue o fogo e não mexa mais. Deixe ferver em fogo médio, até a calda engrossar um pouco e ficar na cor de guaraná. Deixe a forma amornar e, com o auxílio de um pano de prato, vá girando a forma até espalhar a calda por toda a superfície da mesma. Reserve.

Agora vem o processo para o pudim ficar sem furinhos!

Bata no liquidificador – por pouco tempo – os demais ingredientes, apenas para que a mistura fique homogênea. Não bata mais!

Deixe no copo do liquidificador, enquanto fura as bolhas que se formam na superfície. Após 15 minutos, mais ou menos, retire a espuma que ainda restou, usando uma colher e descartando o que retirou. Apenas 1 cm da camada de espuma, que se retira, é suficiente para eliminar as bolhas de ar que ficaram.

Para colocar na forma, não derrame a mistura rapidamente, senão novas bolhas vão se formar e o pudim pode ficar todo furadinho.

Eu uso uma colher de servir arroz, para aparar a mistura enquanto a despejo, do copo do liquidificador para a forma.

Asse em banho maria, na chama do fogão, com a água ocupando mais da metade da panela onde se encaixa a forma do pudim.

Leva exatamente uma hora para ficar pronto!

Para ter certeza de que ficou pronto, pegue uma faca e fure o pudim só um pouco. Se a ponta da faca sair limpa, o pudim está perfeitamente assado!

Deixe esfriar e leve à geladeira por algumas horas.

Na hora de desenformar, coloque a forma – por pouco tempo – sobre um tabuleiro com água quente, para a calda amolecer e ficar mais fácil de desenformar o pudim.

Use um prato bem bonito e mantenha na geladeira.

Observações:

Uso uma forma de canudo central, com 22 cm de diâmetro interno.

Para assar no forno convencional, o processo é semelhante, mas demora um pouco mais e é necessário cobrir com papel alumínio, para o pudim não escurecer.

Na panela própria para assar na trempe do fogão, existe uma tampa que cumpre esse papel. Acho bem mais prático!

Importante: se você preferir  um pudim com furinhos, basta colocar para assar logo depois de bater bastante, no liquidificador.

Por outro lado, se quiser um jeito mais fácil de obter um pudim sem furinhos, passe por uma peneira fina, após ter deixado descansar um pouco. Asse normalmente.

Bom apetite!

Carta a um filho que partiu para a eternidade…

Meu querido filho,

eu jamais imaginei que você iria partir para a eternidade, antes de mim!

Mãe alguma admite essa possibilidade, sem uma grande apreensão e um intenso medo de enfrentar uma perda tão dolorosa!

No entanto, Nando, você partiu antes de mim e eu não posso dizer que o perdi. Sabe por quê?

Você estará sempre muito bem guardado dentro do meu coração de mãe! E com toda certeza, você estará eternamente dentro do coração de uma infinidade de pessoas que nunca deixarão de amá-lo!

Eu posso afirmar, também, que sempre foi muito fácil alguém gostar de você, uma pessoa sincera, dono do mais lindo sorriso e de um coração verdadeiramente bom!

Por tudo isso, a Adriana (sua amada esposa), seus irmãos (Cristina, Alexandre, Lígia, Marcelo e Carol,)  seus sobrinhos, cunhados e demais familiares – estão todos muito consternados com sua ausência física, mas inteiramente tranquilos com a saudável troca afetiva que caracterizou o relacionamento entre vocês!

Sentirei saudade de você todos os dias, sem dúvida alguma. Mas com a resignação de quem respeita os desígnios de Deus, mesmo sem entendê-los muito bem…

Fique em paz, Nando! Vamos nos encontrar um dia, meu querido!!!

 

Torta de Bis Black.

   Torta de Bis Black

Ingredientes:

Para a base da torta: 2 embalagens de Bis Black picados em pedaços pequenos (mais ou menos 1 cm cada pedaço, ou um pouco mais).

Para o creme claro: 1 lata de leite condensado; 1 lata e meia de leite; 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina; 3 gemas peneiradas; 2 colheres (sopa) cheias, de amido de milho; 1 colher (sopa) de essência de baunilha; 1 lata (ou caixinha) de creme de leite.

Para a mousse de chocolate:  400g de chocolate meio amargo – picado, ou no formato de gotas; 1 lata (ou caixinha) de creme de leite; 3 claras; 3 colheres (sopa) de açúcar refinado.

Para a cobertura: 2 embalagens de Bis Black picados em pedaços pequenos.

Modo de fazer:

Para a base da torta: em uma forma desmontável – com 22cm de diâmetro – espalhe os Bis picados

Creme claro: separe um pouco do leite e dissolva nele as gemas peneiradas e o amido de milho. Junte aos demais ingredientes – menos o creme de leite e a baunilha – e misture tudo muito bem. Leve ao fogo médio, em uma panela de fundo grosso, para o doce não agarrar. Mexa sem parar, até engrossar. Ao desligar, adicione o creme de leite e a baunilha. Deixe esfriar completamente, antes de colocar sobre os Bis picados, na forma.

Nota: para evitar que se forme uma nata grossa sobre o creme, eu coloco a panela dentro de uma bacia com água e misturo muito bem, até o creme esfriar.

Espalhe esse creme sobre os Bis picados, na forma, cuidadosamente. Reserve.

Mousse de chocolate: misture o creme de leite ao chocolate e leve ao micro-ondas (ou banho-maria) até derreter o chocolate completamente. Reserve.

Bata as claras em neve bem firme. Adicione o açúcar e bata mais um pouco. Junte ao creme de chocolate (ganache) e misture delicadamente até agregar tudo.

Despeje a mousse de chocolate sobre o creme claro, com cuidado para não se misturarem.

Leve à geladeira e, quando a superfície da sobremesa estiver firme, espalhe o restante do Bis picado (2 embalagens).

Deixe na geladeira por pelo menos 6 horas, ou prepare a torta de véspera.

Na hora de servir, retire o aro da forma com cuidado e coloque a torta num prato bem bonito.

Decore o centro da torta com morangos bem bonitos e sirva.

A torta deve ser mantida na geladeira.

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Arroz de coco.

Arroz de coco

(para 10 a 12 pessoas)

  • 5 xícaras (chá) de arroz cru.
  • 10 xícaras (chá) de caldo de carne especial, ou simplesmente água. Depois que o caldo estiver pronto, adicione sal a seu gosto e coe. Vá colocando o caldo aos poucos, à medida que o arroz for cozinhando.
  • 2 colheres (sopa) de creme de alho, sem sal (ou 6 dentes de alho bem amassados).
  • 5 colheres (sopa) de óleo para refogar o arroz
  • 1 pacote de coco ralado, sem açúcar (100 gramas).
  • 2 vidros de leite de coco (200 ml cada)). Ou menos, a seu gosto.
  • 50 g de coco ralado em fitas, para decorar o arroz na hora de servir.

Etapas do preparo:

  1. Toste o coco ralado – puro, numa panela – até que o coco fique com a cor de caramelo. Reserve.
  2. Prepare o caldo com água suficiente para cobrir os ingredientes: pedaços de músculo (250 g); 2 sachês de caldo de galinha em pó; 1 cebola grande, picada em pedaços médios; 1 cenoura grande; 5 dentes de alho; 2 galhos de coentro; pimenta do reino a gosto. Deixe o caldo cozinhar por meia hora, mais ou menos. Coe e acerte o sal. Reserve.
  3. Doure o arroz no óleo bem quente, até ficar soltinho.
  4. À parte, doure no azeite, o alho amassado (5 dentes de alho) e 1 cebola grande, ralada.
  5. Junte ao arroz: o coco ralado tostado, o alho e a cebola.
  6. Vá colocando o caldo e o leite de coco aos poucos, até que o arroz fique al dente, ou mais macio, de acordo com sua preferência.
  7.  Prove e verifique se o sal está do seu gosto.
  8. Sirva o arroz de coco bem quente e decore com o coco ralado em fitas, levemente tostado.
  9. Se gostar, decore, também, com galhinhos de coentro.
  10. Esse arroz fica ótimo para acompanhar peixes e camarão.

 

 

Falando de Psicologia – (39) – A fantasia, dos quatro aos dez anos.

A fantasia, dos quatro aos cinco anos

   Esse é um período muito marcante, no que se refere à fantasia da criança. Podemos dizer que, nessa época sua imaginação se torna tão fértil a ponto de influenciar bastante, o seu sono, enchendo-o de pesadelos e sonhos absurdos. Seu relato das ocorrências mais banais é tão rico em detalhes, que muitas vezes a criança passa por mentirosa. É que sua percepção dos fatos ainda está fortemente influenciada por suas fantasias e ela não consegue fazer distinção entre o real e o imaginário.

No período de transição – que vai dos cinco aos seis anos – a criança começa a se dar conta dessa diferença e, então, torna-se mais coerente naquilo que faz ou fala.

Aos seis, sete anos

   O pensamento da criança, agora, já começa a ser mais lógico. Principalmente quando seu desenvolvimento (sobretudo emocional) se processou normalmente.

Por volta dos seis ou sete anos, a realidade vai ocupando, aos poucos, o lugar da fantasia. E, com o ingresso da criança no ensino fundamental, esse processo vai se tornando cada vez mais nítido.

Dos oito aos dez anos

   A fantasia da criança, nessa idade, tem bases diferentes daquela encontrada nas fases anteriores. Seu pensamento torna-se cada vez mais racional e crítico. Com isso, ela se interessa pelos fenômenos da vida (origens, finalidades etc.) de uma forma que se aproxima da realidade que nós, adultos, conhecemos. E é por isso que, aos dez anos, uma criança, cuja evolução transcorreu sem maiores dificuldades, está apta a adquirir valores pessoais através de conceitos realistas e mais objetivos, da vida como um todo.

A fantasia que ainda persiste nessa época, aparece sob forma de antecipação do futuro. Ou seja, a criança sonha com sua vida adulta e com as vantagens de ter esse ou aquele status. Por exemplo: ser um engenheiro ou um médico, ser um ótimo mecânico como o pai, ser um famoso jogador de futebol, e assim por diante.

 

 

Falando de Psicologia – (38) – A fantasia, dos dois aos quatro anos.

A fantasia, dos dois aos quatro anos

 A partir dos dois anos, tem início uma outra forma de manifestação de fantasia. Trata-se da representação de situações mais complexas, ainda na vida diária da criança. Agora não só imita o que vê, como também se diverte representando cenas em que, quase sempre, ela é o personagem principal. Em sua imaginação, um simples carro de brinquedo pode se transformar em locomotiva, em carro de corrida ou numa nave espacial.

À medida que vai crescendo – ou seja, dos dois aos quatro anos – suas brincadeiras se tornam mais elaboradas e enriquecidas com detalhes que ela assimila da vida real (através de revistas, livros, televisão). E a criança se diverte com suas representações, pois já começa a perceber a realidade objetiva, num “mundo de faz de conta”.

Essa mudança ocorre sempre na transição dos dois até os quatro anos?

Não, nem sempre. Algumas crianças são mais criativas, em relação às outras. E é essa “vivacidade” que leva a um desenvolvimento maior da imaginação, fazendo com que muitas crianças ingressem num mundo de fantasia antes mesmo dos dois anos.

Nesse período, também tem início a fantasia, como um meio da criança expressar suas vivências emocionais. Antes disso, a fantasia é destituída de conotações dessa natureza.

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No próximo artigo vou abordar o tema: a fantasia, dos quatro aos cinco anos. 

Salada de domingo

Salada de domingo

 

  • Alface e rúcula.
  • Uvas sem sementes.
  • Queijo de cabra.
  • Tomatinhos.
  • Nozes picadas.
  • Mix de sementes temperadas, da marca Miss Croc – Crispy sabor pesto.

Molho (para 4 porções):

  • ¼ de xíc. (chá) de azeite extra virgem.
  • 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã.
  • 1 colher (chá) rasa, de mostarda Dijon.
  • Sal e pimenta do reino.

Se ficar muito forte, dilua com um pouco de água filtrada e adicione um pouco de mel.

Monte a salada de modo a ficar bem bonita e atraente!

Sirva gelada, acompanhada do molho.

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Nota: essa receita me foi cedida por Lígia Jardim, uma de minhas filhas.

É uma salada que combina muito com dias de calor! E não é complicada!!!

 

 

Salada de grãos

Salada de grãos                                                  

  • 1 xíc. (das de café) de lentilhas.
  • 1 xíc. (das de café) de arroz negro.
  • 1 xíc. (das de café) de cevadinha.
  • 1 xíc. (das de café) de trigo em grãos (ou arroz selvagem).
  • 1 xíc. (das de café) de amêndoas laminadas, tostadas.
  • 1 alho poró pequeno.
  • 1 vidro (pequeno) de shoyo.
  • 3 colheres (sopa) de passas (brancas ou pretas).
  • 4 ou 5 damascos picados.
  • 1 colher (sopa) de manteiga.
  • 1 cebola roxa pequena, cortada em quadradinhos e deixada na água com gelo, para tirar a acidez. Escorra e tempere a salada com ela.
  • Para decorar: tomatinhos, bolinhas de muçarela de búfala e ainda: brotos de amaranto e flores comestíveis.
  • Mix de folhas: alface roxa e americana, rúcula e agrião.

Molho: mel, mostarda, suco de limão, pimenta do reino moída na hora, sal e um pouco de água filtrada.

As quantidades variam, de acordo com o paladar de cada um(a).

Modo de fazer:

Cozinhe os grãos separadamente, conforme tabela no final dessa receita.

Ao cozinhar os grãos, adicione shoyo para saborizar. Escorra o líquido ao final de cada cozimento e reserve os grãos.

Corte e repique o alho poró e doure na manteiga, juntamente com as passas e os damascos picados.

Misture tudo e tempere com a cebola roxa, sal, pimenta do reino e um pouco de azeite.

Sirva a salada bem gelada e, pouco antes de servir, coloque num prato bem bonito e decore a seu gosto (amêndoas laminadas tostadas, bolinhas de muçarela de búfala, tomatinhos, flores comestíveis orgânicas, brotos de amaranto ou de beterraba, para colorir a salada).

Em volta, arrume o mix de folhas.

Sirva bem gelada, acompanhada do molho de mostarda, mel etc.

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Dicas importantes, quanto ao cozimento dos grãos:

Lentilhas – cobrir com água temperada com alho e cozinhar por 25 minutos, no máximo. Escorrer e reservar.

Arroz negro – para cada xícara, use 2 ½ xíc. de água. Cozinhe como arroz comum.

Cevadinha – compre em lojas de produtos naturais. Para cada xíc., cozinhe com 3 xíc. de água, em panela semi-tampada, por 30 minutos.

Trigo em grãos – esse grão é o único que precisa de panela de pressão. Se possível, deixe de molho de véspera. Cozinhe como feijão.

 

Notas: os grãos devem ficar al dente.

Essa salada é muito nutritiva. Portanto, faça um cardápio mais leve.

Sugestão de temperos: além da cebola roxa, você pode usar um pouco de coentro, cebolinha, salsinha, suco de limão e Fondor.

 

IMPORTANTE:

Essa receita é uma releitura da salada de grãos que a Regina Paludo faz, no seu Buffet Lane’s Gourmet, em Campo Grande, MS.

Tudo que a Regina faz é uma delícia e meus familiares que moram em Campo Grande sempre encomendam os pratos do buffet dela.

Obrigada, Regina!!!