Falando de Psicologia… (3)

Quando a criança tem tudo, mas não se sente feliz…

 

Hoje em dia é comum encontrarmos crianças com uma “agenda” cheia de compromissos. Há casos em que falta até mesmo tempo para a criança brincar, ou simplesmente para ficar em casa, descansando. É verdade que se deve investir na formação global de cada filho. Porém, suas necessidades emocionais não podem ser negligenciadas. Assim, torna-se indispensável acompanhar o dia a dia da criança, ouvindo-a com atenção e tentando avaliar se ela está feliz, ou não.

Tenho observado que entre as crianças na faixa etária que vai dos sete aos doze anos, muitas se sentem solitárias, insatisfeitas e até mesmo infelizes, embora recebam muito dos pais, pelo menos no que diz respeito aos aspectos materiais. Para elucidar esse ponto de vista, vou relatar um episódio que acompanhei de perto, há algum tempo…

Um menino de quase oito anos surpreendeu o pai, na saída da escola, mantendo com ele o seguinte diálogo:

“Que bom, pai, que essa semana você vem me buscar no colégio e ainda vai poder ficar muito tempo comigo, quando a gente chegar em casa”.

“Você está com saudade do papai?”.

“Não é só isso. É que eu quase não conheço você… Eu não sei qual é a sua cor favorita, não sei qual alimento você prefere, se você tem medo de alguma coisa… A gente não fala dessas coisas, não é, pai?”

“Eu acho que você está repetindo alguma coisa da televisão, pois eu te dou tudo que você quer. De onde você tirou essas ideias?”

“Da minha cabeça, pai. Você podia conversar mais comigo…”

 

Bem, o pai conversou muito com o menino e os dois realmente precisavam se conhecer melhor.

Percebo que muitos pais são pessoas maravilhosas e até se dispõem a mudar de atitude, quando orientados. O que ocorre, em muitos casos, é que certas crianças com idade entre sete e doze anos são independentes em muitos pontos (na higiene pessoal, na hora de fazer o dever de casa, nas brincadeiras etc.). Fica parecendo que elas podem “se virar” sozinhas e que nada lhes falta. Principalmente quando todos (pais e filhos) passam o dia envolvidos com muitas atividades, sem tempo para trocar confidências, expressar afeto, estreitar os seus laços familiares…

É fácil concluirmos que novamente o bom senso não pode faltar. Ao lado de uma boa bagagem cultural, nada melhor que uma sólida bagagem afetiva. Nossos filhos merecem que a “agenda” de cada um (pai, mãe ou filho) seja estruturada de forma harmoniosa e equilibrada. Certamente os frutos serão colhidos por todos, mais cedo ou mais tarde.

 

 

 

Bolo Peteleco (bolo de chocolate).

Bolo Peteleco (bolo de chocolate)

Nota: este bolo faz sucesso sempre, pois é muito fofinho e úmido! Um dos meus netos – o Henrique, de 16 anos, pediu que eu postasse a receita aqui no blog, pois o bolo Peteleco é o favorito dele!

Ingredientes:

  • 3 xíc. (chá) de farinha de trigo peneirada.
  • 2 xíc. (chá) de achocolatado (Nescau).
  • 2 xíc. (chá) de açúcar refinado.
  • 1 pitada de sal.
  • 2 xíc. (chá) de água fervente.
  • ¾ xíc. (chá) de óleo de soja ou de milho.
  • 3 ovos.
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó.

 

Na tigela da batedeira, misture muito bem a farinha de trigo, o Nescau, o açúcar e o sal, até que fiquem bem incorporados. Adicione a água fervente e o óleo, misturando até que a massa fique homogênea. Espere esfriar e adicione os ovos.

Utilize a batedeira e bata até que a massa forme bolhas bem visíveis. Isso fará com que o bolo fique mais fofinho. Mas, se você não dispuser de uma batedeira, basta misturar tudo muito bem, que o bolo dará certo também.

Por último, adicione o fermento e apenas misture com a colher, até incorporá-lo à massa.

Importante: utilize uma forma com capacidade para o dobro de massa, pois o bolo sobe muito, ao assar. Unte a forma com margarina e polvilhe com farinha de rosca.

 

Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus. O bolo assa durante 40 a 50 minutos, dependendo do seu forno. Para saber se está assado, espete um palito no centro do bolo. Se o palito sair limpo, o bolo já estará assado. Só desenforme depois que estiver totalmente frio.

 

Calda de chocolate (para cobrir o bolo, ou para servir à parte):

  • 500 ml de leite integral (com o leite desnatado não dá certo).
  • 10 colheres (sopa) bem cheias, de Nescau.
  • 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina.
  • 1 colher (sopa) de açúcar.

Misture tudo e leve ao fogo numa panela alta e de fundo grosso, para ferver e engrossar. Quando estiver na consistência desejada, guarde a calda num recipiente com tampa, ou utilize para cobrir o bolo, a seu gosto.

 

Bolo de chocolate

Parque Keukenhof, na Holanda!!!

foto1   Desde criança sou apaixonada por tulipas!!! Esse ano pude realizar um antigo sonho: ir à Holanda para conhecer a maior variedade de tulipas, no seu ambiente natural!!! Fui também a outros países, sempre na companhia da minha querida filha, Lígia!!! Tiramos muitas fotos e vou postar algumas, junto às maravilhosas tulipas do Parque Keukenhof, que fica aberto à visitação no período de março a maio, quando as flores estão deslumbrantes! Fomos ao Parque numa excursão de brasileiros, uma delícia!!! Vimos os famosos moinhos e visitamos uma fábrica de tamancos, onde aprendemos bastante!!! Vale a pena ir ao Parque e ver as tulipas num local especialmente desenvolvido para elas!!! Vimos tulipas de todas as cores, inclusive negras, verdes e azuis!!! Um espetáculo que merece ser apreciado bem de perto!!! Emocionante, para quem é apaixonado por flores, como sempre fui (e sempre serei)!!!

 

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Falando de Psicologia… e Fé.

Vocação tem a ver com felicidade?

 

   Qualquer pessoa sabe da importância de se sentir bem no desempenho de uma tarefa. Muitas vezes até surgem comentários do tipo: “isso foi feito com muito amor”, “eu amo o que faço” e assim por diante.

    Do ponto de vista psicológico, faz sentido associarmos a ideia de felicidade ao trabalho realizado por amor. E do ponto de vista da fé, podemos lembrar as palavras de Jesus, quando nos ensina a amar nosso próximo como a nós mesmos. O serviço bem feito também é uma forma de expressarmos o nosso afeto e a nossa consideração pelo outro.

   Um exemplo de determinação e de amor é, sem dúvida, o de Madre Teresa de Calcutá.

   Conta-se que, uma vez, ela pediu um conselho ao seu confessor a respeito da própria vocação, perguntando como poderia saber se Deus a estava chamando e para que Ele a estava chamando. O confessor respondeu: “Você saberá por intermédio da sua felicidade. Se estiver feliz com a ideia de que Deus a chama para servi-Lo e a seu próximo, essa será a prova de sua vocação. O contentamento profundo do coração é como uma bússola que indica a estrada da vida. É preciso segui-la, ainda que você entre por um caminho cheio de dificuldades”.

   O cardeal D. Eusébio Scheid, arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, descreve bem a vocação ligada à ideia de amor, quando afirma: “Definitivamente, não se realiza quem não ama com o amor de Deus. Não descobre sua vocação quem não descobriu o amor. Não será feliz quem pensa só em si e deixa de lado as preciosas atitudes de generosidade, gratidão e amor a Deus e ao próximo. Pelo contrário, enxerga com clareza onde está sua vocação (no ministério sacerdotal, no matrimônio, na vida consagrada, na vida profissional…) quem ama o Senhor e tudo o que Ele nos dá. O amor de Deus, em nós, vai desvendando os caminhos que devemos percorrer para que os desígnios divinos se cumpram”.

   Confúcio, professor, filósofo e teórico político chinês disse: “Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida”.

   Ele, naturalmente, quis dizer que, se alguém escutar seu chamamento interior e atendê-lo, sua tarefa lhe será leve, resultando em alegria e satisfação pessoal, sem aquela conotação de algo penoso, difícil de suportar.

   Peço licença para relatar algo que aconteceu comigo, nos primeiros anos de formada em Psicologia. Um dia, ao chegar da clínica onde meu marido e eu éramos sócios (ele era psiquiatra e ambos atuávamos como psicoterapeutas), começamos a conversar e, num dado momento ele me disse mais ou menos essas palavras: “Fico impressionado com a maneira com que você vive o seu trabalho. A julgar pela leveza com que chega em casa, mais parece que você encontrou um hobby, só que vivido com muita responsabilidade. A sua alegria chega a me contagiar…” Esse fato me marcou tanto, que nunca mais o esqueci. Peço a Deus que eu consiga viver de tal forma que, a cada dia, eu possa atender à minha “voz interior”, mas que esse chamamento esteja em sintonia com aquilo que Deus espera de mim. Que eu possa, no final da minha vida, me sentir como no poema “Mãos postas”, de Dom Helder Câmara, onde ele mostra um desejo grande de se sentir como duas mãos que se unem em oração: uma representando a vida que levamos, a outra representando o plano de Deus para nós. Se elas se sobrepõem harmoniosamente, podemos imaginar que conseguimos ouvir o chamamento divino e que valeu a pena prestarmos atenção à voz do Pai…

Quero finalizar, citando um pequeno trecho do livro “Espiritualidade a partir de si mesmo”, dos beneditinos Anselm Grün e Meinrad Dufner: “… Deus não nos fala unicamente através da Bíblia e da Igreja, mas também através de nós mesmos, daquilo que nós pensamos e sentimos, através do nosso corpo, de nossos sonhos, e ainda através de nossas feridas e de nossas supostas fraquezas…”

 

Falando de Psicologia…

Vencendo a indisciplina

 

     Disciplina é uma palavra que tem a mesma etimologia de “discípulo”, que significa “aquele que segue”.  Autodisciplina é a habilidade de aderir a ações, pensamentos e comportamentos que resultem em crescimento pessoal. Sendo assim, para que alguém utilize bem seus dons intelectuais e possa atingir diferentes metas, é muito importante que se organize através de uma boa autodisciplina.

Como psicoterapeuta tenho encontrado diversas pessoas que, mesmo sendo muito inteligentes, sofrem por não conseguir atingir seus objetivos: concluir tarefas ou cursos, dar continuidade ao programa de emagrecimento, fazer exercícios físicos com regularidade, manter seus armários arrumados, comparecer aos compromissos no horário marcado etc. Tais pessoas muitas vezes se culpam, o que acaba por interferir na sua autoestima e na sua tranquilidade.

Por que certas pessoas se mostram tão indisciplinadas?

Existem casos em que a desorganização teve início na infância. Crianças superprotegidas se mostram imaturas e dependentes, o que pode levar a comportamentos impregnados de instabilidade e indisciplina. Há, também, casos de crianças que foram tão exigidas que, na primeira oportunidade tentam fazer exatamente o oposto daquilo que tanto lhes impuseram.

Há muitos adolescentes e adultos que não sabem exatamente o que querem. Ficam entusiasmados com alguma novidade, mas dentro de pouco tempo abandonam o que iniciaram com a maior empolgação. Ouvem críticas e se sentem muito mal (consigo mesmos e com os outros). Ou então, se mostram influenciados por algum modismo ou por pessoas a quem admiram. Sem aptidão ou sem constância para dar prosseguimento ao novo desafio (aprender um idioma ou aprender a tocar um instrumento, por exemplo), ocorre a desistência e isso acarreta desdobramentos bastante desconfortáveis para o indivíduo (sensação de incompetência ou de inferioridade; medo de enfrentar situações novas e abandoná-las; fuga da realidade; angústia). Focalizando o tema de uma forma bastante simplista, há pessoas que consideram a disciplina algo negativo, que se traduziria por falta de liberdade para fazer aquilo que lhes pareça mais fácil. E assim vão criando desculpas e pretextos para o descumprimento de seus objetivos.

O que fazer para vencer a indisciplina?

Embora muita gente acredite que a disciplina seja um dom, sabe-se hoje que disciplina se aprende. Vejamos alguns pontos que merecem uma reflexão:

  • Autoconhecimento. Pare e pense sobre o que você realmente gostaria de fazer. Anote tudo e avalie se está disposto a dar continuidade (por exemplo, se deseja emagrecer, procure um médico ou um nutricionista e se disponha a seguir tudo com responsabilidade e até com bom humor, sem sabotar sua dieta).
  • Comece por estabelecer pequenas metas. Ao atingi-las, você ficará motivado a alcançar objetivos mais desafiadores.
  • Aja com determinação, mas sem exageros. Assim você poderá concretizar seus propósitos e ainda mantê-los pelo tempo necessário.
  • Faça as pazes consigo mesmo. Sentir-se vitorioso sobre seus impulsos já é uma grande conquista!

 

Muito sucesso em suas tentativas, quaisquer que sejam suas metas!!!

Batatas assadas e recheadas

Untitled         Batatas assadas e recheadas (by Lígia Miranda Jardim) 

  • 6 batatas grandes (não retire a casca; lave muito bem e seque).
  • 100 g de queijo Gorgonzola amassado com um garfo.
  • 1 pote de creme de ricota light da marca Tirolez.
  • Papel alumínio para embrulhar as batatas.

 

Embrulhe cada batata em papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido.

Asse por pelo menos uma hora, sem desembrulhar as batatas. De vez em quando, fure-as com um palito para saber se estão cozidas. Quando estiverem macias, deixe-as no forno (desligado) até a hora de servir.

Prepare o recheio, misturando muito bem: o Gorgonzola amassado e o creme de ricota. Reserve.

Na hora de servir, faça um corte longitudinal nas batatas, ainda embrulhadas com o papel alumínio. Coloque no meio de cada uma delas uma porção do recheio e coloque-as numa travessa que possa ir à mesa.

Sirva como acompanhamento para qualquer tipo de carne assada.

Essa receita é muito fácil e agrada a todos!!! Vale a pena fazer!

Receita de lagarto ao vinagrete.

Lagarto ao vinagrete

 

  • 1800g de lagarto (escolha um lagarto mais comprido e arredondado, semelhante a um lombo).
  • Temperos diversos: sal, alho, pimenta do reino, vinagre e molho inglês.

 

Cozinhe o lagarto com todos os temperos, em panela de pressão. Coloque 1 copo de vinagre, 3 folhas de louro e água suficiente para cobrir a carne. Quando estiver macia, retire-a da panela (sem o caldo), embrulhe em papel alumínio e deixe na geladeira, de um dia para o outro ( ou no congelador, caso tenha pressa). A carne deve estar bem firme para ser fatiada fininha, com a faca elétrica.

 

Prepare o molho vinagrete e arme num pirex, alternando camadas de molho e carne. A última camada deve ser de molho. Gelar.

 

vinagrete para lagartoMolho para o lagarto:

  • 6 tomates maduros e bem firmes.
  • 4 cebolas médias.
  • 1 pimentão verde (grande).
  • 1 pimentão vermelho (grande).
  • 100 g de azeitonas verdes.
  • 100 g de azeitonas pretas.
  • 6 colheres (sopa) de cebolinha verde.
  • Temperos diversos: alho, sal, pimenta do reino, molho inglês.
  • 3 colheres (sopa) de catchup.
  • 1 copo de vinagre.
  • 1 copo de água.
  • 1 copo de azeite de oliva.
  • 1 colher (chá) de açúcar (para atenuar a acidez do vinagre).

 

Aqueça um pouco de azeite numa panela média. Doure o alho e coloque a cebola para fritar um pouco. Desligue o fogo e adicione os demais ingredientes, misturando bem. Tempere a gosto.

Importante: todos os ingredientes devem ser picados em quadradinhos!

 

A graça de ser mãe e avó!!!

Sempre desejei ser mãe!!! Eu até imaginava como seriam meus filhos, de tanto que sonhava com a sua existência…

Deus foi generoso comigo, me presenteando com filhos e filhas!!! É interessante como podemos aprender com cada filho ou filha! A personalidade de cada um se revela em todas as suas manifestações, sejam elas de aprovação ou de censura. E isso é muito bom, pois nem sempre estamos com a razão, não é mesmo? A troca de afetividade nos enriquece – tanto no plano emocional, como no plano espiritual. Aliás, as melhores orações são aquelas em que nosso coração se comunica com Deus pedindo proteção e bênçãos para nossos descendentes… Além dos filhos, existem os amados netos!!! Costumo dizer que Deus nos dá uma segunda chance através dos netos! Mas, chance de que? Chance de entrar em contato com a pureza de uma criança, quando nos sorri com espontaneidade e nos conquista na mesma hora! Ser avó (ou avô) é algo maravilhoso e mágico!!! Agradeço a Deus todos os dias por esse presente de valor incalculável!!! À medida que vão crescendo, as novidades surgem e se multiplicam! De repente temos inúmeros casos para contar, das proezas de nossos netos… Tal como fazíamos na época em que nossos filhos faziam travessuras  ou diziam coisas engraçadas! Não dá para esquecer… E, ao nos tornarmos avós, tudo se repete e o nosso coração se enche de alegria e ótimas emoções!!! Na minha concepção de vida, não existe melhor elixir da juventude do que o fato de curtirmos intensamente nossos filhos e nossos netos!!! Sinto que fico em estado de graça quando convivo com meus filhos e netos!!! Juntando minha vontade de viver, com a graça de ser mãe e avó, essa é a minha receita de felicidade!!!

Sou uma pessoa privilegiada!!!

Hoje, dia 22/06/2016, tive a grande alegria de ganhar de presente, do meu filho Marcelo, um blog para postar o que eu quiser!!! Como gosto muito de escrever, a novidade me atraiu e me assustou, ao mesmo tempo!!! Afinal, mesmo já tendo editado um livro, é maravilhoso poder escrever o que penso e sinto, mas nos moldes de um blog acaba representando um verdadeiro desafio!!! Tenho 71 anos e uma grande vontade de viver!!! Desafios me instigam imediatamente, sem sombra de dúvida!!! Portanto, aqui vai meu recado para as pessoas que amo, pois não quero decepcioná-las nessa minha nova condição de blogueira, imaginem!!!

Por que me considero uma pessoa privilegiada?

Por muitos motivos: por existir, pela família que tenho, pelas preciosas amizades e pela minha fé, algo que me traz muita esperança e muita força!!!

Fui casada por quase 50 anos com um homem que me amou verdadeiramente: Ruy Miranda!!! Sua morte em 2015 não chegou a representar uma perda, pois estou impregnada de tudo aquilo que aprendi com ele, pois era um homem muito inteligente e bom!!! Temos nossos descendentes que sempre me dão n motivos para desejar viver bem, por muitos e muitos anos!!! Tudo tem a ver com o AMOR genuíno que sempre existiu entre nós!!! Tanto assim que posso afirmar que, durante essa longa convivência, o Ruy e eu, na nossa busca diária por um bom relacionamento, encontramos uma espécie de eternidade. Ou seja, estar sempre juntos e não ver o tempo passar… Parece que nós não envelhecemos – pelo contrário, nós ganhamos mais significado um para o outro!!! E tal como um bom vinho, o tempo só fez apurar a qualidade do nosso relacionamento!!!

Em prol de tudo aquilo em que acredito, quero postar palavras de otimismo e de amor à vida, pois quero poder conviver, por muitos e muitos anos, com tantas pessoas maravilhosas que Deus colocou ao meu lado – me apoiando e me dando alento e muito carinho!!! Milhões de beijos e bênçãos para todos!!!