Falando de Psicologia… (9) – Quando nossos filhos crescem…

 

Quando nossos filhos crescem… 

     Hoje quero falar para os pais cujos filhos estão entrando na adolescência. É interessante observarmos que certas mudanças estão ocorrendo cada vez mais cedo. Por exemplo, meninos e meninas de menos de dez anos já se recusam a andar de mãos dadas com os pais. Em certas ocasiões já não se despedem deles com beijinhos, principalmente se estão perto dos colegas. Quase sempre preferem fazer programas com os amigos, ao invés de sair com os familiares. E os pais se ressentem, sobretudo aqueles mais afetuosos ou mais sensíveis.

Por que ocorrem essas mudanças?

Se pararmos para analisar o momento que estamos vivendo hoje, fica mais fácil entender alguns conflitos presentes em certos lares. A começar pelo acesso à tecnologia eletrônica: o número de crianças e adolescentes que possuem celular e computador é cada vez maior, independente de sua condição socioeconômica. Isso é ótimo, mas ao mesmo tempo pode se tornar prejudicial, na medida em que proporcione uma ideia de autonomia, antes da obtenção do verdadeiro amadurecimento emocional. Por outro lado, muitos adultos e crianças passam o dia todo ocupados com diversas atividades. Quando se encontram, geralmente à noite, estão cansados e sem disposição para o diálogo. O dia termina e vão todos dormir sem buscar um entendimento, sem um entrosamento mais satisfatório. No dia seguinte nova jornada de trabalho ou estudos tem início, onde a falta de tempo para interagir vai se tornando cada vez mais frequente. Meninos e meninas tomam conhecimento de informações nacionais e internacionais, conversam entre si o dia todo (via celular ou Internet) e fica parecendo que ter atitude de criança seria algo indesejável até mesmo para quem ainda é, realmente, uma criança. Ou seja, os meninos e meninas têm se mostrado muito precoces, no que se refere às características próprias de quem já entrou na adolescência. Muitas vezes o desenvolvimento físico ainda é o de uma criança, mas os anseios de maior liberdade e as atitudes contestatórias já lembram mais o perfil de um jovem rebelde.

O que fazer, nesses casos?

Bem, por incrível que pareça, as recomendações são velhas conhecidas de todos os pais. Nós, psicólogos, pedimos sempre que se busque o diálogo, onde se acertam possíveis divergências e, principalmente, possíveis desencontros. É muito importante que haja aceitação e muita calma, pois tudo isso vai passar, dando lugar a posturas mais adequadas.

Como sugestões de ordem prática, podemos citar:

  • Encarar as atitudes contraditórias com tranquilidade, sem recriminações que possam provocar sentimentos de culpa no(a) filho(a).
  • Evitar excesso de conselhos, críticas ou “sermões” moralistas.
  • Valorizar o bom comportamento do(a) filho(a) através de elogios e estímulos.
  • Ser firme na colocação de limites, mas sem autoritarismo.
  • Enfim, ser compreensivo e amoroso, entendendo que todo indivíduo precisa encontrar a sua identidade e consequente autonomia.

Falando de Psicologia… (8) – O apetite de seu filho merece todo carinho.

O apetite de seu filho merece todo carinho

      A época em que vivemos é bastante marcada pela preocupação com aspectos físicos ligados à alimentação, haja vista a proliferação de dietas e de produtos chamados “diet” e “light”.Daí a importância de entendermos como tem início uma inapetência, ou então, um apetite exagerado. Existem mecanismos que estão presentes nos dois casos.Compreendendo o que se passa na infância, fica mais fácil atuarmos de forma preventiva, já que é na adolescência e na vida adulta que as questões alimentares mais sobressaem.

Estudiosos do assunto, ao pesquisar sobre as origens dos principais distúrbios alimentares, chegaram à conclusão de que os fatores afetivos provenientes das relações entre pais e filhos são os que provocam o aparecimento tanto da inapetência, como do apetite exagerado. Estes “fatores afetivos”, em linhas gerais, seriam: rejeição da criança, atitudes de abandono ou de superproteção, atitudes de rigidez ou rigor excessivo no contato com o filho, dentre outros.

Existem alguns fatores orgânicos que podem interferir na redução do apetite. São perturbações digestivas, infecções (incluindo o período de convalescença), intolerância por certos alimentos, além de outras causas que o médico pode encontrar. É fundamental que se faça uma avaliação por parte de um pediatra ou de um endocrinologista, sobretudo quando a criança se encontra num dos extremos: inapetência acentuada (e duradoura) ou apetite exagerado, comprometendo sua saúde de forma abrangente.

Afastada a hipótese de causas orgânicas, podemos pensar nos fatores psicológicos que costumam dar origem a uma alteração no apetite. Vejamos alguns que são comuns na inapetência e no apetite exagerado: necessidade de chamar atenção, insegurança, quando a criança se sente infeliz, quando está sob tensão, quando sente muito medo e, como já foi dito, quando se sente rejeitada ou quando é superprotegida. É fácil deduzir que o alimento passa a constituir elemento compensatório (sobretudo quando a criança come em excesso). Há casos em que a conduta alimentar inadequada revela uma necessidade de agredir, de atingir os pais. Agindo assim, a criança pode experimentar culpa. E a ansiedade provocada por esse sentimento pode resultar em novas situações de inapetência ou apetite exagerado. Instala-se, então, um círculo vicioso. Muitas vezes o problema requer a procura de um psicólogo, pois nem sempre as mudanças no ambiente são suficientes para reverter um quadro de distúrbio alimentar. Para tranqüilizar os pais, darei algumas sugestões que podem ser úteis. Por exemplo:

  • Fazer o possível para agir com naturalidade na hora das refeições. Todo exagero – aplaudindo ou recriminando – o apetite de uma criança, pode levá-la a atitudes de manipulação, interferindo no seu relacionamento com os pais.
  • Não prometer castigos nem presentes caso a criança coma, ou não, a quantidade desejada pelos pais.
  • Evitar comentários que representem ameaças para a criança (referindo-se a ficar muito fraca e não crescer, ou ficar obesa e pouco atraente).
  • Elaborar um cardápio bem balanceado em termos de nutrição e paladar (para isso a orientação – de um médico ou de um nutricionista – muito vai ajudar).
  • Reavaliar as condições pessoais (se os pais estão felizes, por exemplo) e as condições ambientais.
  • Enfim, checar até que ponto nosso bom senso está atuando, ou não.

 

 

Receita de Guacamole (passo a passo).

Receita de Guacamole da vovó Lolô (ou vó Isa) 

Muitos detalhes, pra você não errar!!! Fica delicioso!!!

  1. 1 abacate grande, tipo “manteiga” (800 gramas, mais ou menos). Maduro, mas firme (macio ao toque, mas com a casca num tom verde claro, sem manchas escuras). Amasse a polpa com um garfo, rapidamente, mas deixando alguns pedacinhos (fica mais bonito e mais apetitoso, pois aparecem os diferentes tons de verde)
  2. 1 tomate maduro, mas firme (retirar as sementes e picar em quadradinhos rapidamente – para não dar água).
  3. Cebola roxa picadinha (2 colheres das de sopa) – corte cubinhos com faca, para não amargar (coloque numa peneirinha, lave na água corrente e retire o excesso de água, apertando levemente – sobre a pia, ainda na peneira). Esse cuidado evita que se fique com hálito de cebola….
  4. Coentro – escolha folhinhas bem verdes e tenras. Lave e seque com pano de prato. Pique e repique sobre uma tábua de cozinha. Faça isso rapidamente para não escurecer o tom de verde do coentro. Meça 2 colheres (das de sopa) e misture ao abacate. Prove. O sabor do coentro deve dar frescor ao creme, mas não deve se sobrepor ao sabor dos demais ingredientes.
  5. Cebolinha verde, bem fininha – pique bem miudinho e meça 2 colheres (das de sopa). Misture ao creme.
  6. Suco de limão – adicione, aos poucos, o suco de meio limão pequeno. Esprema com as mãos (o gosto é bem melhor e não amarga). Misture ao creme e ajuste o sabor a seu gosto.
  7. Açúcar – 1 colher das de café.
  8. Alho em creme – meia colher (das de café) ou 1 dente de alho bem pequeno, muito bem amassado.
  9. Pimenta do reino moída na hora – 1 colher (das de chá).
  10. “Molho Cremoso de Alho com Pimenta”, marca Cheiro Bom, de Itumbiara, Goiás (fornecido por meu filho Fernando e minha nora Adriana) – 1 colher (das de chá). Se gostar de um sabor mais picante, use a colher de chá bem cheia!
  11. Sal a seu gosto (basta 1 colher das de chá, rasa, no máximo! Coloque aos poucos e prove).

Uma alternativa para a pimenta, é substituir a que eu usei, pela pimenta Tabasco. Coloque aos poucos e prove, para ficar do jeito que você e seus convidados apreciam!!! E por último:

12. Maionese Hellman’s – 1 colher (das de sopa) bem cheia. Mas atenção: dissolva a maionese no caldinho que Guacamolese forma, ao inclinar o recipiente em que você está preparando a receita de Guacamole. Esse cuidado faz com que a maionese raleie e se misture aos demais ingredientes de forma homogênea, sem grumos.

Como já foi explicado, logo após você amassar a polpa do abacate com um garfo, vá adicionando os demais ingredientes, misturando bem e rapidamente, para que todos se mantenham com a cor e o sabor originais.

Depois de tudo feito, prove e corrija algum tempero, se necessário.

Importante: nem todas as pessoas apreciam pimenta, sobretudo quando se trata de crianças. Tenha o cuidado de dividir o Guacamole em duas porções: com e sem pimenta.

Lembrando sempre que o verdadeiro Guacamole mexicano é picante!!!

Observações finais:

A escolha de ingredientes de ótima qualidade é garantia de sucesso na elaboração de qualquer receita de culinária! 

Utilize, como acompanhamentos, para esta receita de Guacamole:

  1. 1 ou 2 pacotinhos de mini pão sírio bem macio, de preferência da marca Trigo Bom – embalagem com 15 unidades. É imprescindível checar as datas de fabricação e de validade! Compro sempre o pãozinho que foi fabricado na véspera do meu evento!!! Esse cuidado garante a maciez do pãozinho e evita que ele se quebre todo, ao receber o Guacamole (ou qualquer patê de sua preferência)!
  2. 2 pacotes pequenos (96 g cada) de Doritos sabor Queijo Nacho. Comprando um pacote grande pode custar mais barato. No entanto, se você e seus convidados não consumirem todos os Nachos, os que sobrarem podem amolecer, fora da embalagem original. Portanto, comprar dois pacotes menores é mais interessante! E os Nachos devem estar bem crocantes na hora de receber o Guacamole!

Rendimento: 2 potes com a capacidade de 250 gramas cada um. Ou meio quilo, no total…

Esta receita e seus acompanhamentos servem bem a 8 pessoas (quando o Guacamole é servido antes de uma refeição festiva).

Bom apetite!!!

Elaborada em 19 de março de 2017.

Heloísa Miranda.

 

 

 

Nosso louvor agrada a Deus

057-Maos057-Maos          Nosso Louvor Agrada a Deus!

 

“Portanto, ofereçamos sempre por Ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o Seu Nome”.

                                                                                     Hebreus 13, 15

 

O Louvor é uma forma de agradecimento ao Senhor por tudo o que Ele tão amorosamente nos dá. Há tanto pelo que podemos louvar a Deus: pela chuva, pelo Sol, pelos animais, pelas criancinhas, por termos saúde. Mesmo quando estamos doentes, podemos agradecer por não ser pior e porque podemos nos aproximar mais dEle nesses momentos de dor e aflição.

Na verdade, deveríamos estar sempre louvando a Deus por tudo, pois todas as coisas que nos ocorrem fazem parte de um grande aprendizado, se assim desejarmos que o Senhor use essas situações para nos orientar. Existe um ditado muito verdadeiro que diz que podemos reclamar pelos espinhos que a rosa tem, ou podemos nos alegrar porque os espinheiros têm rosas. A opção é nossa e, de acordo com a decisão que tomamos, vamos nos alegrar ou ficar bem desanimados. Então é melhor aprendermos a ver o bem e todas as boas possibilidades que uma dificuldade contém, pois só assim vamos sempre ter um ‘espírito de louvor’.

O louvor é poderoso, pois é uma atitude positiva e mostra que estamos cheios de fé no poder Divino. Mesmo quando tudo vai mal, deveríamos ter uma atitude positiva, porque assim poderíamos ver melhor uma saída, onde não parece ter uma…

 

———— Oração ——————————————————-

Senhor, que os meus lábios O louvem continuamente, tanto na alegria como na tristeza, pois se o Senhor pode reverter meu pranto em riso, como posso deixar de agradecê-Lo e louvá-Lo? Amém!

NOTA: extraído do livro “Momentos com Deus” pag. 358, editora SBN.

Sobrinhos que mais parecem filhos…

Hoje recebi um telefonema de um dos meus sobrinhos que moram em Campo Grande, Mato Grosso do Sul: Flávio Augusto! É impossível descrever o quanto fiquei feliz ao conversar com ele e esse sentimento me fez refletir sobre o lugar que o Flávio e seus irmãos ocupam, no meu coração! Pela ordem de nascimento, Guilherme, Flávio Augusto e Gustavo – são filhos da minha querida irmã, Cristina, que sempre incentivou o contato dos filhos com o restante da família. Mesmo morando a 1500 km de distância, o carinho que recebo dos meus sobrinhos é tão grande e genuíno, que até me esqueço que estamos distantes, do ponto de vista geográfico! Essa proximidade emocional é sentida, também, pelos meus filhos, sem sombra de dúvida!!! Quando têm oportunidade de se encontrar, a afinidade é tão natural e imediata, que até parece que os primos moram na mesma cidade…

Pela atenção e verdadeiro afeto que recebo dos meus queridos sobrinhos, posso afirmar que eles mais parecem filhos, de tão dedicados que são!!! Sendo assim, eu os incluo nas minhas orações diárias, pedindo a Deus que os proteja sempre, bem como a seus familiares, a quem tanto amo, também!!!

O Guilherme, que é meu afilhado, faz questão de vir a Belo Horizonte no dia do meu aniversário!!! Tem presente melhor do que este?

O Gustavo, exímio em fotografar momentos especiais, está sempre me presenteando com fotos e vídeos de suas filhinhas, que para mim são como netas muito queridas!!! Aliás, todos eles ensinaram aos filhos a me chamar de vovó Lolô!!! Fico muito feliz e lisonjeada por mais esse gesto de carinho!!!

Dá para perceber que para mim é fácil me sentir uma pessoa privilegiada e dar graças a Deus, todos os dias!!!

Agradeço, de coração, por toda a dedicação dos meus queridos sobrinhos-filhos!!!

 

 

Valorizando mais a vida…

Valorizando mais a vida… 

No último dia 13/9 fez um ano que meu marido se foi para o reino de Deus, deixando lembranças muito preciosas, que ajudam a conviver com a imensa saudade que ficou…

Como mãe de filhos e filhas, posso afirmar que todos eles me proporcionam um carinho redobrado, após a morte do pai. É justamente isso que torna mais fácil suportar minha nova condição de viúva! Afinal, depois de quase 50 anos de casada, confesso que ainda não me acostumei com esse novo estado civil. Tanto assim, que ainda continuo a usar minha aliança…

Pensando em tudo isso, quero me dirigir às mães que já estão na terceira idade, como eu. Fico muito impressionada com a frequência com que certas mães se tornam dependentes dos filhos, seja por serem portadoras de alguma doença grave (mal de Alzheimer, por exemplo), seja porque deixaram de lutar pela vida, após a morte do marido. Acredito que todas elas gostariam muito de agradecer pela dedicação dos filhos, mas de alguma forma deixaram de fazê-lo quando tudo estava bem.

A jornalista Leila Ferreira escreveu um artigo muito interessante e comovente, intitulado “Mães que se tornam filhas”, publicado na revista Encontro, de maio de 2015. Na condição de filha, ela descreve muito bem os sentimentos que experimentou e experimenta, mesmo após a morte da mãe…

Na condição de mãe, quero falar de como me sinto, aos 71 anos, cercada pelo carinho de toda a minha família. O sentimento é de gratidão, no mais amplo sentido da palavra: gratidão a Deus, pelo dom da vida e pela família maravilhosa que Ele me deu de presente!

Além dos filhos e filhas, há também as noras e os genros, bem como netos e netas que, dia após dia, me dão a certeza de que viver vale a pena e cuidar da saúde é ESSENCIAL!!! Peço a Deus que me dê mais um presente: ter boa saúde para desfrutar da alegria de conviver com pessoas tão queridas e dedicadas, por muitos e muitos anos!!!

E, finalmente, quero lembrar às mães que vivem situação semelhante à minha, que não deixem de expressar gratidão a seus familiares, pois não sabemos como será o dia de amanhã… Seria maravilhoso que pudéssemos continuar no nosso papel de mães até ficarmos bem velhinhas, mas não sabemos qual é o futuro que nos aguarda. Portanto, duas atitudes me parecem indispensáveis: devemos dizer para nossos filhos e filhas – e demais familiares – o quanto nós os amamos e somos gratas pela dedicação que nos dispensam. E devemos zelar pela nossa saúde o tempo todo, como uma espécie de estratégia para continuarmos a exercer o papel de MÃES com discernimento e lucidez, podendo apoiar tantas pessoas queridas de tal forma, que nossa oração seja uma perfeita ação de graças, dia após dia!!!

 

 

 

 

 

 

 

Pudim de 3 leites

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Pudim de 3 leites 

Para a calda:

  • 2 xíc. (chá) de açúcar
  • 1 xíc. (chá) de água

Coloque o açúcar numa panela e leve ao fogo até derreter, mexendo de vez em quando. Adicione a água e espere dissolver os torrões que se formam. Deixe ferver até que a calda engrosse. Coloque-a na forma de pudim e reserve.

Para o pudim:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 vidro de leite de coco
  • Meia xíc. (chá) de leite integral
  • 4 ovos
  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje esta mistura na forma que ficou reservada e coloque para assar em banho-maria.

Se você tiver a forma própria para assar pudim na trempe do fogão, o tempo de cozimento é de 1 hora. No forno demora um pouco mais (uns 20 ou 30 minutos a mais). Sempre em banho-maria.

Para saber se o pudim está pronto, enfie delicadamente uma faca na superfície do mesmo. Se a faca sair limpa, está pronto!

Espere esfriar e deixe na geladeira por 2 horas, mais ou menos. Desenforme e mantenha o pudim na geladeira.

Palha italiana de Oreo

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   Palha italiana de Oreo 

  • 2 latas de leite condensado.
  • 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina.
  • 1 pacote de biscoitos Oreo (mais ou menos 150g).
  • Açúcar refinado para envolver a palha italiana, depois de pronta.

Antes de começar a preparar o doce, faça o seguinte:

  1. Unte um pirex médio (retangular ou quadrado) com manteiga ou margarina. Reserve.
  2. Retire o recheio dos Oreos (pois esse recheio é muito doce) e pique os biscoitos em pedaços médios. Reserve.

Preparo do doce:

Faça um brigadeiro branco com o leite condensado e a manteiga. Para isso, leve ao fogo em uma panela de fundo grosso, para evitar que o doce agarre no fundo.

Mexa o tempo todo. Quando o doce se soltar da panela, está no ponto certo. Retire do fogo, espere esfriar um pouco antes de adicionar os biscoitos picados. Esse cuidado evita que os biscoitos se dissolvam, em contato com o doce muito quente. A palha italiana fica mais bonita quando aparece um contraste entre a cor clara do doce e o tom escuro dos biscoitos.

Em seguida, coloque o doce no pirex untado e espalhe bem, até nivelar a superfície.

Leve à geladeira por 3 horas, para ficar firme.

Após esse tempo, chegou o momento de cortar! Corte em quadrados iguais e passe-os em açúcar refinado para finalizar.

Guarde em recipiente bem tampado, em temperatura ambiente.

Importante: se quiser fazer uma palha italiana de colher – adicione (no final do preparo do doce, ainda na panela) – creme de leite aos poucos, até ficar na consistência desejada (meia caixinha é suficiente).

Distribua o doce em tacinhas bem bonitas e decore com um pedacinho de Oreo (com recheio). Para isso, compre a mais um pacotinho de Oreo.

Nas duas versões, a palha italiana de Oreo é uma sobremesa que agrada muito!

 

 

Falando de Psicologia (7) …Matemática e Tecnologia Digital.

Matemática x Tecnologia Digital 

Por que certas crianças e adolescentes têm tanta facilidade para navegar na internet e, ao mesmo tempo, sentem dificuldade para aprender Matemática?

Para responder a esta pergunta, é necessário tecer comentários sobre as duas situações.

As crianças, ainda muito novas, aprendem através da imitação das atitudes dos adultos que convivem com elas. Sendo assim, ao verem seus pais utilizando, com frequência, toda a tecnologia digital (celulares, tablets, computadores), ficam logo interessadas. E muitas crianças, ainda bebês, começam logo a deslizar o dedinho sobre a tela, para alegria dos familiares!

Podemos destacar alguns fatores que contribuem para o bom desempenho do indivíduo (na infância e/ou na adolescência), no que se refere à tecnologia digital. Por exemplo:

  • Curiosidade natural, sobretudo entre as crianças menores.
  • Aspectos lúdicos e atraentes dos conteúdos disponíveis para crianças e adolescentes (vídeos bem coloridos e animados, joguinhos desafiadores, filmes que agradam bastante, músicas bonitas etc).
  • Facilidade de aprendizado (através de um simples toque a criança começa a interagir praticamente sozinha).
  • A relação com a internet pode ser prioritariamente lúdica, para crianças, adolescentes e adultos. Isso faz com que o indivíduo – de qualquer faixa etária – volte ao que esteve fazendo antes (vendo um filminho, jogando, digitando mensagens ou textos e assim por diante). Em outras palavras, a tecnologia digital oferece uma forma prazerosa de aprender!
  • Através da tecnologia digital, é possível participar de jogos interativos, pesquisas escolares, ter interação com os colegas e muito mais! E, com tudo isso, o mundo virtual torna-se irresistível para crianças e adolescentes!

No aprendizado de qualquer assunto ou matéria, é muito importante que se possa encontrar um aspecto que atraia o interesse da pessoa envolvida. No caso de um estudante – e especificamente em se tratando de alunos de Matemática – alguns fatores também podem ser citados. Como por exemplo:

  • É desejável que se introduzam as noções de Matemática de uma forma lúdica.
  • Sabemos que muitas pessoas declaram sua aversão por Matemática e esse estereótipo pode influenciar, negativamente, crianças e adolescentes. Sendo assim, o papel dos pais costuma ser decisivo no que se refere ao interesse dos filhos pela Matemática.
  • Segundo meu neto mais velho – Gabriel, que tem 20 anos e é universitário de Engenharia Civil – não se pode encarar o estudo de Matemática como o estudo das outras matérias. Ou seja, é indispensável praticar bastante, pois só a teoria não basta! Quanto maior for o estudo através de inúmeros exercícios, maior será a chance de um bom aprendizado em Matemática! “É preciso entender bem os exercícios e fazer muitos outros, até fixar bem. Na prova, esse cuidado da repetição vai ajudar muito! Aprender e fazer n exercícios! Nas outras matérias é só entender! Para uma prova de Cálculo eu faço umas 40 páginas de exercícios! Entendendo bem os conteúdos e treinando bastante, a gente passa a gostar da matéria!” – afirma o Gabriel.
  • Os conteúdos de Matemática são interdependentes e, por isso mesmo, uma pessoa não pode aprender bem, pulando etapas.
  • O bom desempenho em Matemática implica em ter boa concentração. Portanto, o aluno precisa estar muito atento, sempre!
  • O papel do(a) professor(a) é de suma importância! Se ele(ela) souber conquistar os alunos através de uma boa didática e interesse genuíno pela capacitação da turma, certamente haverá mais possibilidade de êxito na sua árdua e fascinante tarefa de ensinar!

Em seus estudos de Neurociências e Matemática, Whyte e Bull (2008) demonstraram que as crianças e adolescentes que se interessam por videogames têm mais possibilidade de compreender melhor o universo dos números.

Para concluir, eu diria que os recursos de imagem, sons, grafismos, textos – atraem a atenção de crianças cada vez mais jovens e permitem, com facilidade de utilização, um aprendizado adaptado às diferentes capacidades, ritmos e estilos das crianças (e adolescentes). Tais recursos podem ser uma excelente ferramenta para o aprendizado dos conteúdos não só de Matemática, mas de quaisquer disciplinas de um currículo, seja ele escolar ou universitário!

E, finalmente, quero esclarecer que não cabem aqui, considerações ou análises sobre aspectos nocivos ou patológicos que por ventura estejam envolvidos no tema de hoje. Como psicoperapeuta, eu teria que dedicar um espaço muito maior para a abordagem de questões mais profundas. E um blog não se prestaria a isso!

 

 

Farofa deliciosa da Keka

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Farofa deliciosa da Keka 

  • 3 colheres (sopa) de manteiga.
  • 3 ovos.
  • 3 colheres (sopa) de cebola picadinha.
  • 3 colheres (sopa) de passas sem sementes.
  • 3 colheres (sopa) de azeitonas verdes, picadas.
  • 3 colheres (sopa) de pimentão (qualquer cor) picado.
  • 1 colher (das de café) de creme de alho (sem sal), ou 1 dente de alho bem amassado.
  • 1 colher (chá) de sal.
  • 1 xíc. (chá), bem cheia, de farinha de mandioca da Bahia (ou farinha de mandioca da roça, bem macia. Isso faz toda a diferença!).
  • 3 colheres (sopa) de cebolinha verde picada, para misturar somente depois que a farofa estiver pronta para ir à mesa!

Leve ao fogo baixo uma frigideira grande e vá colocando os 8 primeiros ingredientes pela ordem acima (menos a farinha e a cebolinha, é claro). Não desmanche os ovos. Mantenha o fogo baixo, para que os ingredientes liberem todo o sabor bem devagar. Quando as claras estiverem cozidas, mexa os ovos com cuidado, para que os pedaços se mantenham com um tamanho médio e regular. Misture a farinha de mandioca aos poucos e prove. Adicione o tempero que julgar necessário. Aqueça na hora de servir e acrescente a cebolinha verde, misturando delicadamente.

Sirva como acompanhamento para bifes ou carne assada.

Bom apetite!