Falando de Psicologia…(16) – Lazer com pouco dinheiro.

Lazer com pouco dinheiro 

  A importância da recreação na vida da criança é algo que não se discute. E quanto maior o espaço que ela tiver, para brincar e se expandir, mais chances terá de se desenvolver bem. Mas, numa cidade como a nossa, a grande maioria das crianças não dispõe de um quintal, ou de uma rua sossegada para jogar bola, empinar papagaios, ou simplesmente brincar de “pegador”.

O que fazer, então, no sentido de ajudar uma criança a viver melhor, apesar da “falta de espaço?”

Muitas sugestões poderiam ser dadas aos pais, como por exemplo:

– Sair com a criança para passear a pé, pelas redondezas, quando então muita coisa ela poderia aprender – como atravessar a rua, como chegar à farmácia ou à padaria, como se deve tomar um ônibus etc. Isso sem falar no contato com os vizinhos, o que representa uma experiência válida dentro do processo de socialização.

– Organizar o ambiente físico da criança (a casa), de modo que cada cômodo seja muito bem aproveitado. De tal forma que ela possa ter o máximo de liberdade possível, no espaço disponível.

– Propiciar meios da criança entrar em contato com a natureza (planta, terra, água), nem que seja através do cultivo de um pequeno vaso. Isso não fica dispendioso e não requer muito espaço. A experiência, do ponto de vista psicológico é válida, desde que a criança possa ter liberdade para escolher a planta e cuidar dela à sua maneira, depois de ser devidamente orientada por um adulto.

– Nos fins de semana, sempre que possível, levar a criança para passeios ao ar livre e em lugares mais amplos, onde ela possa “gastar energia” à vontade.

Como se pode ver, estas sugestões nada trazem de novo ou especial. São bem simples e sua execução não está diretamente ligada ao fator econômico. Talvez a dificuldade em se obter um resultado satisfatório, com medidas aparentemente banais, se deva a alguns requisitos de grande valor, na personalidade dos pais. Assim, os pais que desejam realmente ajudar uma criança, deveriam apresentar as seguintes características:

– Gosto pela vida (entusiasmo).

– Aceitação do “modus-vivendi” e vontade de progredir, de melhorar. Para isso, uma boa dose de energia, força de vontade e discernimento seria algo indispensável.

– Interesse pela criança e por seu desenvolvimento.

Diante de tudo isso, a questão do “espaço” fica totalmente secundária. O importante, mesmo, é que os pais conheçam bem o filho, conheçam as próprias possibilidades como pais e saibam trabalhar dentro delas.

 

Sobremesa de morango bem fácil.

Sobremesa de morango bem fácilSobremesa de morango  bem fácil 

  • 2 ou 3 caixinhas de morangos (dependendo do tamanho das mesmas) – ou 750 g de morangos.
  • Meia xíc. (chá) de açúcar.
  • 1 colher (sopa) de suco de limão.

Reserve os morangos mais bonitos, para decorar a sobremesa. Retire as folhinhas, mas deixe-os inteiros; não corte o cabinho, para não dar água, o que poderia comprometer a aparência final.

Pique os demais morangos, misture o açúcar e o suco de limão. Deixe essa mistura descansar por 30 minutos.

Para o creme:

  • 1 lata (ou caixinha) de leite condensado.
  • 1 lata (ou caixinha) de creme de leite.
  • 3 gemas peneiradas.
  • 500 ml de leite.
  • 2 colheres (sopa) rasas, de maizena.
  • 1 colher (sobremesa) de essência de baunilha.

Misture tudo muito bem e leve ao fogo mexendo o tempo todo, para não empelotar. Quando ficar consistente, espere esfriar para montar a sobremesa.

Você vai precisar, ainda, de 200 ml (ou mais, se preferir) de chantilly batido. Você pode comprar pronto, em supermercado, para facilitar.

Escolha um recipiente bem bonito, transparente e monte camadas de creme, morangos picados (sem o líquido) e chantilly. A camada de cima deve ser de creme, para fazer contraste com os morangos da decoração.

Repare na foto, que os morangos têm uma pequena porção de chantilly formando o pompom do “gorro” do Papai Noel.

Sirva a sobremesa bem gelada.

 

 

Salada saborosa de Natal.

Salada de Natal

                 Salada saborosa de Natal 

  • 1 pé de alface americana.
  • 2 xíc. (chá) de frango defumado picado em cubos.
  • 1 vidro (grande) de palmito bem macio (pique o palmito em rodelas). O palmito de pupunha é sempre macio.
  • 1 ½ xíc. (chá) de melão Orange (cortado em bolinhas – com o auxílio de um boleador). Deixe escorrer numa peneira, antes de misturar aos demais ingredientes.
  • 1 ½ xíc. (chá) de uvas sem sementes.
  • 1 xíc. (chá) de alho porró bem picadinho.
  • 1 xíc. (chá) de nozes picadas (ou menos, se preferir).
  • 3 colheres (sopa) de cebolinha verde, picada.

Para o molho:

  • 1 caixinha de creme de leite light.
  • 2 colheres (sopa) de maionese light.
  • 1 colher (sobremesa) de suco de limão.
  • 100 g de queijo Gorgonzola ralado.
  • 1 colher (café) – no máximo – de pimenta Tabasco.
  • 1 colher (chá) rasa, de pimenta do reino moída na hora (opcional).
  • 1 colher (sopa) de cebola ralada em ralo fino.

Misture os ingredientes do molho e prove. Se precisar, acrescente um pouquinho de sal.

Lave a alface americana e reserve.

Separe um pouco das nozes picadas, bem como bolinhas de melão e uvas, para decorar a salada.

Misture todos os demais ingredientes e prove, para verificar o sabor.

Acrescente (ou não) o que julgar necessário.

Arrume a alface em volta de uma saladeira e coloque os outros ingredientes da salada no meio, decorando com bolinhas de melão, uvas e nozes picadas.

Sirva bem gelada.

 

Rendimento: 6 a 8 porções.

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A graça de dialogar.

Senhor Deus, nós te louvamos e te glorificamos pela beleza desse dom que se chama diálogo. 

O diálogo solta os nós,

Dissipa as suspeitas,

Abre as portas,

Soluciona os conflitos,

Engrandece a pessoa,

É vínculo de unidade

E “mãe” da fraternidade. 

Cristo Jesus, núcleo de toda comunidade – especialmente de cada família – faz-nos compreender que se algum desencontro ocorrer entre nós, isso pode ser uma decorrência da falta de diálogo.

Faz-nos compreender que o diálogo não é uma discussão nem um debate de ideias, mas uma busca da verdade entre duas ou mais pessoas.

Faz-nos compreender que temos necessidade uns dos outros e nos complementamos, porque temos muito para oferecer e muito para receber – mutuamente – já que eu posso ver o que os outros não vêem e eles podem ver o que eu não vejo.

Senhor Jesus, quando aparecer a tensão, dá-me a humildade para não querer impor minha verdade, atacando a verdade do irmão; para saber calar no momento oportuno; para saber esperar que o outro acabe de expressar toda a sua verdade.

Dá-me a sabedoria para compreender que nenhum ser humano é capaz de captar uma verdade por inteiro e que não existe erro ou conflito que não traga, na sua essência, alguma parcela de verdade.

Dá-me a sensatez para reconhecer que também eu posso estar equivocado em algum aspecto da verdade, e assim poder enriquecer-me com a verdade do outro.

Dá-me, enfim, a generosidade para pensar que também o outro busca honestamente a verdade. Para olhar sem preconceitos e com benevolência as opiniões alheias.

 Senhor Jesus, dá-nos a graça de dialogar. Assim seja.

(texto adaptado do livro “Encontro” de Ignacio Larrañaga).

 

Falando de Psicologia… (15) – O pai (ou a mãe) pode criar os filhos sozinho (a)?

O pai (ou a mãe) pode criar os filhos sozinho(a)?

     Sempre que se fala em criança que só convive com um dos pais (seja por morte de um deles, por separação ou por qualquer outro motivo) vem logo a imagem de alguém que sofre muito e que, invariavelmente, terá problemas por causa disso. É verdade que nem sempre se pode contradizer tal afirmativa já que, para muitas pessoas a morte ou a ausência do cônjuge toma proporções exageradas, muito além da dor inerente a tais circunstâncias. A morte do marido pode deixar certas mulheres numa situação muito difícil perante os filhos, principalmente quando elas são pessoas de pouca iniciativa. Incapazes de tomar decisões por conta própria, a ausência do marido as deixa transtornadas. O resultado costuma ser uma perda de controle na orientação dos filhos e, a partir daí, muitos problemas poderão surgir. O mesmo raciocínio se aplica a certos homens, quando precisam encarar uma perda.

Mas essa não é uma regra geral. Uma criança pode desenvolver-se bem, apesar da falta de um dos pais. Vejamos o que dizem alguns autores: “É perfeitamente possível para o pai (ou para a mãe), criar os filhos sem a ajuda do outro (esposa ou marido), desde que tenha uma saúde mental razoavelmente boa e não sinta pena de si próprio ou dos filhos”. Em outras palavras, uma criança tem grande chance de se desenvolver bem, do ponto de vista psicológico, quando são favoráveis as condições emocionais de quem cuida dela, bem como as circunstâncias do ambiente onde vive (sobretudo no que se refere à escola).

Outros autores assim se expressam: “A maioria dos pais tem insuspeitas reservas de força e compreensão quando se defronta com crises verdadeiras”. Acreditam, portanto, no valor que os pais encontram dentro de si mesmos, inclusive nas situações mais dramáticas. Esses autores vão mais longe, ao realizar uma pesquisa com jovens cujos pais tiveram problemas dessa natureza (por separação ou por morte de um deles). Chegaram à conclusão de que, comparativamente, a incidência de problemas de ajustamento é a mesma, tanto para jovens que vivem com ambos os pais, quanto para aqueles cujo pai (ou mãe) não contou com a presença do outro para ajudá-lo na educação dos filhos.

Tais informações devem trazer um certo alívio para as pessoas que se preocupam pelo fato de terem se separado, e o que isso representa para o futuro de seus filhos.

Vou tecer outros comentários sobre isso, em função da grande incidência de casais que se divorciam. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cada ano duzentas mil crianças vêem seus pais se separarem (isso foi medido nas regiões metropolitanas do Brasil). Nas salas de aula, a paridade de crianças de lares unidos e separados é bem dividida, o que faz com que as crianças não se sintam excluídas ou diferentes umas das outras. Dessa forma, tem diminuído o estigma de que filhos de pais separados sofrem mais, têm menor rendimento escolar, mais problemas emocionais e auto-estima mais baixa que os filhos de casais que permanecem juntos. No entanto, todo cuidado é pouco, quando se trata de preservar os filhos dos prováveis danos de uma separação.

Algumas medidas, de ordem prática, merecem ser lembradas. Por exemplo:

  • Os pais não devem falar mal do outro, para o filho.
  • Jamais usar os filhos como “espiões”, para saber da vida do outro.
  • Evitar discussões na frente das crianças.
  • Reservar tempo para dialogar com os filhos, ouvindo atentamente o que eles têm a dizer.
  • Conservar o bom senso, sobretudo na hora de colocar limites.
  • Deixar bem claro, principalmente para as crianças, que o término do casamento não implica em perda do amor que os pais nutrem pelos filhos. Mais do que nunca é preciso tranquilizá-los quanto à manutenção desse vínculo afetivo.

O ideal é que pai e mãe possam assegurar aos filhos a qualidade e a intensidade de seu afeto, o respeito ao antigo parceiro e, principalmente, a consciência de que a relação que foi finalizada pode servir de impulso para a construção de outras, mais positivas e mais salutares.

 

 

 

Falando de Psicologia… (14) – O adolescente e a autoridade dos pais.

O adolescente e a autoridade dos pais

     Para mostrar aos pais um modo de se chegar ao jovem e de ajudá-lo a amadurecer, vou falar sobre um recurso utilizado por muitas famílias, com o objetivo de repreender o adolescente. Refiro-me às críticas que a toda hora são feitas a ele.

Muitas vezes, os pais tentam corrigir alguma falha dos filhos através de repreensões severas demais. E já se observou que o resultado nem sempre é satisfatório, pois certas críticas têm efeito contrário. Assim, críticas destrutivas provocam ressentimento no jovem, irritação, revolta, atitudes de represália e outros efeitos indesejáveis. E se as críticas se repetem com frequência, o jovem pode se prejudicar de várias maneiras – ele aprende a censurar a si mesmo e a criticar os outros de modo injusto. Aprende a duvidar do próprio valor e a menosprezar o valor alheio. Aprende a suspeitar dos outros e a esperar fracassos pessoais.

Portanto, conforme o modo com que repreendem ou criticam, os pais podem provocar um afastamento dos filhos, além de impedir que eles formem um bom conceito de si mesmos, tornando-os inseguros.

É necessário que os pais tenham em mente a diferença que há entre uma crítica destrutiva e uma crítica construtiva. Sobre a primeira, já vimos quais são os efeitos que ela pode produzir. Quanto à crítica construtiva, podemos defini-la como uma forma de mostrar à pessoa seus erros ou enganos, sem contudo, ofendê-la. Refere-se ao erro cometido, e não à pessoa. Isto é, nunca ataca a pessoa que errou, mas discute a atuação em si. Sendo assim, a finalidade de uma crítica construtiva é apontar o que deve ser feito em determinada circunstância. Vamos ver um exemplo, para ficar mais claro esse conceito.

Um adolescente toma recuperação (ou prova suplementar) em uma determinada matéria e o pai vai falar com ele sobre o fato. Inicia a conversa, perguntando: “Bem, já que você está com esse problema, o que poderíamos fazer para solucioná-lo? Será que algumas aulas de reforço ajudariam você a recapitular a matéria?”

Com essas palavras o pai mostra compreensão pelo que se passa com o filho, sem atacá-lo com críticas irônicas, tais como: “Você é mesmo incompetente, hein? Será que não percebe como seu pai dá duro para pagar seus estudos? Desse jeito seu futuro será o pior possível!”

Um pai que fala dessa maneira por causa de um insucesso na escola, ao invés de ajudar o filho, pode deixá-lo com a sensação de que é um fracasso total, que é culpado pelo sacrifício do pai e que nunca terá a chance de progredir.

E não é só em casos extremos que isso pode acontecer. Muitas vezes, comentários aparentemente inofensivos, podem minar a autoconfiança do jovem, a ponto de agravar os problemas já existentes e de criar outros. Ou seja, o adolescente que é constantemente levado a sentir-se incapaz ou inadequado, acaba aceitando essa avaliação como verdadeira. Poderá perder o interesse pelos estudos e até tomar aversão pela escola. Poderá simular doenças em dias de prova para evitar uma avaliação de fora (no caso, dos professores). Poderá se afastar pouco a pouco dos colegas, por se sentir inferior a eles. Poderá se tornar tão rebelde a ponto de comprometer seu ajustamento familiar e social.

Embora pareça exagero fazer tais previsões, o fato é que o jovem precisa muito de estímulo e de credibilidade para se tornar um adulto livre de problemas como os que citei. É por isso que as críticas devem ser feitas num tom amigável e justo, pois desse modo o adolescente terá mais chance de reconhecer seus erros e buscar soluções apropriadas para suas dificuldades. Com a ajuda dos pais, ele poderá aproveitar da experiência do adulto, sem se sentir ofendido ou humilhado. No lugar de um sentimento de revolta, uma crítica construtiva desperta no jovem um sentimento de respeito pela autoridade. Ao invés de sentir sua integridade ameaçada por um possível autoritarismo, o jovem sente que é, também, uma pessoa merecedora de estima e consideração. E, sem dúvida alguma, os pais desempenham um papel muito valioso em todo o processo de crescimento de cada um de seus filhos, contribuindo de maneira decisiva para a felicidade dos mesmos.

 

 

 

 

Bolo de banana delicioso

Bolo de banana delicioso           

  • 4 bananas nanica bem maduras e doces
  • 4 ovos
  • Meia xíc. (chá) de óleo ou azeite de oliva
  • 1 xíc. e meia (chá) de açúcar mascavo ou açúcar comum.

Bata no liquidificador e acrescente, numa tigela:

  • 250 gramas (ou 1 caixinha) de aveia em flocos
  • Meia xíc. (chá) de castanha do Pará picada ou triturada
  • Meia xíc. (chá) de passas sem sementes
  • 1 colher (chá) de canela em pó
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Misture muito bem e coloque em forma untada com manteiga e polvilhada com farinha de rosca. Fica ótimo se você assar em forma de bolo inglês!

Asse em forno pré-aquecido a 180 graus, por 40 minutos, mais ou menos (faça o teste do palito: finque um palito no bolo. Se sair limpo, está pronto!).

Desenforme depois de frio.

Notas: esse bolo parece bolo de Natal, pois fica úmido, escuro e muito saboroso!

Não é preciso usar batedeira!

 

Pudim de pistache

Pudim de pistache
Pudim de pistache
 

  • 1 lata de leite condensado.
  • Meia lata (medida na lata de leite condensado) de pasta concentrada de pistache (em creme fino).
  • Detalhes importantes: essa pasta é essencial na confecção desse pudim. Pode ser encontrada, em BH, apenas na loja Maria Chocolate, em versão nacional: “Creme de Pistache Crempistache”. Ou em São Paulo, na Loja Santo Antônio, em versão italiana: “Delipaste de Pistache Fino”, da marca Fabbri. Comprei pela internet.
  • 1 lata e meia de leite integral aquecido, para poder dissolver a pasta de pistache.
  • 4 ovos.

Em primeiro lugar, dissolva a pasta de pistache no leite quente. Em seguida, bata todos os ingredientes no liquidificador, até que fiquem bem misturados.

Coloque em forma redonda, com canudo central, muito bem “untada” com calda de caramelo. Forma com 20cm de diâmetro interno.

Leve para assar em banho-maria, por mais ou menos uma hora, dependendo do seu forno. Para saber se o pudim está assado, finque uma faca no mesmo, delicadamente. Se ela sair limpa, o pudim está pronto.

Deixe esfriar e leve à geladeira. Desenforme só depois de bem gelado. Se ficar difícil para desenformar, aqueça a forma na chama do fogão (fogo baixo), ou em banho-maria, por alguns minutos, apenas.

Desenforme no prato de servir, cubra com uma parte da calda (para dar brilho) e decore com pistaches triturados grosseiramente. Mantenha o pudim na geladeira.

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Calda de caramelo 

  • 3 xícaras (chá) de açúcar cristal.
  • 1 xícara (chá) de água.

Dissolva o açúcar em uma panela grossa e tome cuidado para não escurecer muito, senão amarga.

Adicione a água, abaixe o fogo e mexa um pouco.

Deixe derreter o açúcar e espere engrossar a calda. Se ficar muito grossa, adicione um pouquinho de água e deixe ferver até voltar a ficar consistente. Lembre-se que a calda vai engrossar mais, depois de fria.

Reserve uma parte e “unte” com o restante da calda, todo o interior da forma.

Espere a calda aderir nas laterais e coloque a mistura do liquidificador.

A porção da calda que ficou reservada, vai ser usada para colocar sobre o pudim já assado e desenformado.

Decore com pistache triturado – 2 a 3 colheres (sopa).

Sirva o pudim bem gelado!

Falando de Psicologia… (13) – O que é imaturidade?

O que é imaturidade?

   Com muita frequência as pessoas me fazem perguntas como essas: “é normal uma criança de seis anos chupar bico?”, ou então: “é normal uma criança de oito anos urinar na cama?”.

Eu não diria que isso seja anormal, mas tanto chupar bico, como urinar na cama, são características próprias de crianças mais novas.

De modo análogo, não é natural que um adulto se comporte como um adolescente (por exemplo, manifestando uma preocupação excessiva com o próprio corpo, ou agindo de maneira irresponsável). E é sobre esse tema que falarei agora. Ou seja, a presença de determinados comportamentos que nós, psicólogos, costumamos englobar sob a denominação de imaturidade.

     Do ponto de vista psicológico, dizemos que um indivíduo é imaturo quando há um desnível entre sua idade cronológica (idade real, em termos quantitativos quanto ao número de anos de vida) e o seu comportamento. Assim, ele pode se desenvolver bem fisicamente e, ao mesmo tempo, apresentar uma espécie de retardo afetivo. Em outras palavras, há um atraso no desenvolvimento psicológico do indivíduo, que o impede de “crescer” e agir como alguém de sua idade.

Causas da imaturidade ligadas à infância

  • Quando a criança é ou foi superprotegida, por qualquer uma das circunstâncias que citarei como exemplos: filho único, caçula, criança muito doente, criança que nasceu após dificuldades as mais diversas (aborto, morte de um irmão ou do pai, saúde precária da mãe, problemas conjugais etc.).
  • Quando a criança é educada num ambiente de instabilidade. Se os adultos que convivem com ela se mostram contraditórios em suas exigências e concessões, o clima que se cria é de insegurança e confusão. E isso pode comprometer o amadurecimento da criança.
  • Quando a criança não tem liberdade de ação. Uma disciplina muito rígida pode inviabilizar certas iniciativas da criança, tornando-a dependente e frágil.
  • Quaisquer ocorrências que provoquem danos à evolução natural de uma criança.

Vou citar, agora, alguns exemplos de comportamentos que acompanham a imaturidade (no caso da criança): enurese após os cinco anos de idade, rompantes temperamentais (birras, agressividade descontrolada), atitudes regressivas diante de certas dificuldades (quando ela volta a falar como bebê, ou então volta a chorar continuadamente, sem ao menos tentar resolver seus problemas mais banais), mentira, franca oposição a qualquer tipo de autoridade, hábitos diversos (roer unhas, chupar dedo, chupar bico após os dois ou três anos), dificuldade para dormir sozinha, oscilações de humor, além de outros exemplos no gênero.

Para dizermos que há imaturidade psicológica não é preciso que ocorram todos esses comportamentos. A presença de um (ou mais) pode ser suficiente para caracterizá-la.

Tudo isso se manifesta na vida adulta da seguinte forma:

  • A pessoa mostra dificuldade em fazer opções (para escolher uma profissão, por exemplo).
  • A pessoa age mais por impulsos, sem controle ou crítica (o que corresponde a uma falta de disciplina interior).
  • A pessoa não costuma persistir numa tarefa por muito tempo (isto se deve ao fato de que, uma pessoa imatura, tal como a criança medrosa, tem pouca resistência às frustrações e, por isso mesmo, acaba fugindo das situações difíceis, ao invés de enfrentá-las). Ou então, mostra-se irresponsável com os compromissos assumidos.
  • A pessoa não consegue encarar a vida com realismo.
  • Geralmente, uma pessoa imatura comete muitos erros ao criar seus filhos.
  • Em resumo, o indivíduo imaturo (seja ele criança, adolescente ou adulto), é uma pessoa que consome uma energia muito grande, mas com resultados pouco significativos, ou pouco satisfatórios.

Como ajudar uma pessoa imatura?

De duas maneiras:

  1. Uma ajuda de caráter preventivo, o que se obtém através de: mudanças no ambiente, orientação aos pais etc.
  2. Psicoterapia ou tratamento psicológico para os casos em que a imaturidade psicológica é um fator preponderante na vida do indivíduo.

 

 

Bolo de limão fofinho

Bolo de limão fofinho   

Bolo de limão fofinho

  • 3 ovos.
  • 1 xíc. (chá) de óleo.
  • 2 xíc. (chá) de açúcar.
  • Meio copo (dos de requeijão) de leite gelado.
  • Meio copo (dos de requeijão) de suco de limão.
  • 1 colher (sopa) de raspas de limão (rale só a casquinha verde no ralo fino).
  • 3 xíc. (chá) de farinha de trigo.
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Bata no liquidificador os seis primeiros ingredientes. Coloque esta mistura numa tigela e adicione a farinha de trigo. Bata bem (com a batedeira) até formar bolhas. Acrescente o fermento e misture até ficar homogêneo.

Leve o bolo ao forno (pré-aquecido), em forma bem untada com margarina e polvilhada com farinha de rosca. Demora mais ou menos 35 minutos para assar.

Espere esfriar, desenforme e, se quiser, cubra com uma das opções de cobertura a seguir, ou simplesmente polvilhe açúcar refinado por toda a superfície do bolo.

1) Cobertura simples (fica azedinha e seca por cima do bolo):

  • Meia xíc. (chá) de suco de limão.
  • 2 xíc. (chá) de açúcar de confeiteiro (peneirado, senão embola).

Coloque o suco de limão numa tigela pequena e adicione o açúcar de confeiteiro aos poucos, misturando bem. Não leve ao fogo. Se ficar muito consistente, adicione um pouquinho de leite gelado. Empregue sobre o bolo, deixando escorrer dos lados.

2) Cobertura cremosa

  • 1 lata de leite condensado.
  • Meia lata de suco de limão.
  • Meia lata de creme de leite.

Bata no liquidificador e cubra bem o bolo.

Se não for servir o bolo todo no mesmo dia, guarde-o na geladeira, bem tampado, para não ressecar. A mistura cremosa costuma azedar, se ficar mais tempo fora da geladeira.

Nota: a forma para esse bolo da foto é importada, da marca Nordic Ware. Usei, para untá-la, um produto em spray, chamado desmoldante. Ambos podem ser encontrados em lojas de artigos para confeitaria.